Quando estava na faculdade de Fisioterapia, comecei a me interessar pelas áreas de gerontologia, neurologia e ortopedia. Após quase 10 anos de formação como fisioterapeuta, tudo começou a se transformar.
Houve uma paciente especial, uma menina com Transtorno do Espectro Autista (TEA) que me despertou para uma nova realidade. A palavra ‘autismo’ ainda não fazia parte do meu vocabulário profissional. Essa experiência mudou tudo! Comecei a estudar, me capacitar sobre o desenvolvimento motor no TEA e como a Fisioterapia poderia ajudar. Isso cresceu e se tornou uma missão que me levou a realizar estudos científicos na área e a trabalhar com crianças que, como aquela menina e sua família, precisavam de apoio.
Agora, quero ajudar pais, professores, estudantes e profissionais a descomplicarem a Fisioterapia no TEA. Vem comigo para aprender sobre isso e muito mais!